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DESENCONTRO

A rede embalada pela brisa do mar,
No seu movimento leve e vagaroso,
Com o vento morno a lhe acariciar,
Leva-o a ela num instante majestoso!

Balançando-se leve na cadeira dela,
Nas idas e vindas nos braços e sorriso,
Vê-se inebriado nesse paraíso
Deslumbrado pelos cuidados que revela.

O embalançar da cadeira de balanço
Transportando-a em sonho daqueles montes,
Deixando seu lugar por procuras no mar,

E a rede dele que o fez sair manso
De onde esteve por muito tempo antes,
Fazem o desencontro deles no sonhar.
Ismeraldo Pereira
Enviado por Ismeraldo Pereira em 07/10/2017
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